sábado, 27 de junho de 2009

Meu saudosismo deixo aqui, transposto em imagens de um tempo vivido e sorrateiro. Quando eu acreditava que o amor pudesse ser o que duas pessoas sentiriam uma pela outra, e que a poesia seria a salvação das dores da alma. É uma pena deixar o ócio dominar a arte e a labuta dominar a vida.

Aline Simões e Leriando numa apresentação performática de nossos Eus

Yanglei e Lorena à la Marina

Leonardo, “O espelho embaciado, já Narciso em Narciso não se mira: se torturam, se ferem, não se largam, que o inferno de Narciso é ver que o admiravam de mentira”


Recital Itinerante 2005: Narciso, o homem em sua contradição

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